Oh que saudade da cidade de São Paulo
Da fumaça, do CO, do CO2 no meu pulmão
O ar do interior só tem mosquito e pernilongo
Que me pica, que me coça, que me causa irritação
Ai quem me dera uma avenida engarrafada
Ser sardinha enlatada no metrô consolação
E a gente pega a linha quatro, que toada!
Mais parece uma boiada atravessando a integração
Não há, não há, não há
Não há, não há, não há, não há
Não há, não há, não há
Não há, não há, não há, não há
Oh que saudade da Oscar Freire, da Daslu
Do lulu-da-pomerânia num carrinho de bebê
Dos cavalões do jockey club, da área vip
Do pet-shopping iguatemi, do spa, do espaço gourmet
Ai quem me dera aquele estresse do escritório
Onde eu encho a minha agenda e me acho o ban ban ban
E a gente pega o celular que tá tocando
E marca mais um compromisso no domingo de manhã
Não há, não há, não há
Não há, não há, não há, não há
Não há, não há, não há
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