Quando anoitece lá fora
me bate a lembrança
Do tempo em que éramos duas crianças
Pensando que o mundo era um favo de mel
Ah este amor inocente era pra toda vida
Jamais entre nós nem adeus nem partida
A nossa pai ão tinha gosto de céu.
Parece até que foi
ontem o primeiro beijo
Quando fecho os olhos ainda te vejo
E sinto as batidas do seu coração
Há quanta coisa bonita no amor tão puro
Parece mentira que aquele futuro
Que a gente sonhou não passou de ilusão.
Veio nos trilhos do
tempo o trem do destino
E foi te levando por outros caminhos
Dei ando me aqui na estação solidão
E nessas idas e voltas da minha saudade
Perdi o endereço da felicidade
Fiquei prisioneiro da recordação.
INTRODUÇÃO
Parece até que foi
ontem o primeiro beijo
Quando fecho os olhos ainda te vejo
E sinto as batidas do seu coração
Ah quanta coisa bonita no amor tão puro
Parece mentira que aquele futuro
Que a gente sonhou não passou de ilusão.
Veio nos trilhos do
tempo o trem do destino
E foi te levando por outros caminhos
Dei ando me aqui na estação solidão
E nessas idas e voltas da minha saudade
Perdi o endereço da felicidade
Fiquei prisioneiro da recordação
E nessas idas e voltas da minha saudade
Perdi o endereço da felicidade
Fiquei prisioneiro da recordação
Veio nos trilhos do
tempo o trem do destino
E foi te levando por outros caminhos
Dei ando me aqui na estação solidão
E nessas idas e voltas da minha saudade
Perdi o endereço da felicidade
Fiquei prisioneiro da recordação
E nessas idas e voltas da minha saudade
Perdi o endereço da felicidade
Fiquei prisioneiro da recordação.
FIM (LUIS FERNANDO ORLANDINI)