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Manhã de Inverno

Chico Teixeirahuatong
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É tempo de fogo grande, de dar serviço a cambona

Que chiando vai chorona num pai de fogo queimando

Corunilha desmanchando no brasedo que se entona

Pra manhã que é macharrona onde o sol sai cabresteando

Os olhos minhas vertentes, as sangas da própria alma

Miram a aurora em calma que o dia salta e se arrancha

E o orvalho se desmancha nas brasas do sol nascente

Que vai clareando imponente co'a manhã que pede cancha

Vem se achegando o inverno, é tempo em que a madrugada

Serve de abrigo pra geada que nasce no parador

Quem foi pousada de flor na vastidão da invernada

Hoje anuncia gelada a manhã de um mateador.

Hoje anuncia gelada a manhã de um mateador.

Os ponchos ganham vida pela moldura dos ombros

Os arreios ganham lombos e os "garrão" um par de esporas

Feito os centauros de outrora carrego o laço pra o tombo

Desses que abrem rombos quando sai porteira a fora

Depois ao tranco pra lida, topando bruta inverneira

Empurra a zaina escarceadeira que nas rédeas ao tranquear

Parece até navegar nos mares verdes da fronteira

Que arrepia a alma inteira quando sopra o Campomar

Vem se achegando o inverno, é tempo em que a madrugada

Serve de abrigo pra geada que nasce no parador

Quem foi pousada de flor na vastidão da invernada

Hoje anuncia gelada a manhã de um mateador.

Vem se achegando o inverno, é tempo em que a madrugada

Serve de abrigo pra geada que nasce no parador

Quem foi pousada de flor na vastidão da invernada

Hoje anuncia gelada a manhã de um mateador.

Hoje anuncia gelada a manhã de um mateador.

Hoje anuncia gelada a manhã de um mateador.

É tempo de fogo grande

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