...
Eu não preciso de você
O mundo é grande e o destino me espera
Não é você que vai me dar na primavera
As flores lindas que
Eu sonhei no meu verão
Eu não preciso de você
Já fiz de tudo pra mudar meu endereço
Já revirei a minha vida pelo avesso
Juro por Deus não
Encontrei você mais não
Cartas na mesa
O jogador conhece o jogo pela regra
Não sabes tu que eu já
Tirei leite de pedra
Só pra te ver sorrir, pra mim não chorar
Você foi longe
E machucando provocou a minha ira
Só que eu nasci entre
O velame e a macambira
Quem é você pra derramar meu mungunzá
Eu me criei
Ouvindo o toque do martelo na poeira
Ninguém melhor que mestre
Osvaldo na madeira
Com sua arte criou muito mais de dez
Eu me criei
Matando a fome com tareco e mariola
Fazendo versos dedilhado na viola
Por entre os becos do
Meu velho Vassoural
Eu me criei
Ouvindo o toque do martelo na poeira
Ninguém melhor que mestre
Osvaldo na madeira
Com sua arte criou muito mais de dez
Eu me criei
Matando a fome com tareco e mariola
Fazendo versos dedilhado na viola
Por entre os becos do
Meu velho Vassoural
...
Eu não preciso de você
O mundo é grande e o destino te espera
Não é você que vai me dar na primavera
As flores lindas que
Eu sonhei no meu verão
Eu não preciso de você
Já fiz de tudo pra mudar meu endereço
Já revirei a minha vida pelo avesso
Juro por Deus não
Encontrei você mais não
Cartas na mesa
O jogador conhece o jogo pela regra
Não sabes tu eu já tirei leite de pedra
Só pra te ver sorrir, pra mim não chorar
Você foi longe
E machucando provocou a minha ira
Só que eu nasci entre
O velame e a macambira
Quem é você pra derramar meu mungunzá
Eu me criei
Ouvindo o toque do martelo na poeira
Ninguém melhor que mestre
Osvaldo na madeira
Com sua arte criou muito mais de dez
Eu me criei
Matando a fome com tareco e mariola
Fazendo versos dedilhado na viola
Por entre os becos do
Meu velho Vassoural
Eu me criei
Ouvindo o toque do martelo na poeira
Ninguém melhor que mestre
Osvaldo na madeira
Com sua arte criou muito mais de dez
Eu me criei
Matando a fome com tareco e mariola
Fazendo versos dedilhado na viola
Por entre os becos do
Meu velho Vassoural