Oi Largo, querido, e oi para Deus de Navarro.
Me faz morrer de rir de toda a gente.
Que eu não recebo mais qualquer fome.
Sá minga que me suntum pré-putem, sá nó que me comparli fostre bem.
Sumbus esbeldungat edunizel.
E me furispetacuntelcurtel.
Eu sou o barbezinho da mulher e não sou eu.
uma bíblia grossa em si.
Um túnel de barro rompe uma canaça
Comparo lhe trementes davanti a mi, uei, mi magi carna,
toda semana.
De suco e café, ganhou um vagão.
Por Aster, BTR por mais de grana.
É o Magazine de Caspian de Sao.
Sou prepotente e ninguém me faz medo.
E viro longe e lá para a cidade.
Me dá a saber perfino da questura.
Perqué col barbizinho que niente fa?
Me sinto o parvizinho da mulherça e nem o mundo me poderia estremar.
Permitam-me dar o grande abraço.
Ataca-lhe comigo para morrer.
La, la, la, la.
La, la, la, la.
Fá.
Com o teu espelho, rompe uma canaça.
Quando falo, treme-te diante de mim.
Ué, me tire de cartel como é na pista.
Em dois passos, tremei todos os grandes poemas.
E quando me esbati no nariz,
que é pelo menos ferimentos.
A gente diz que a morte é a questão.
BISOGNA DE NINCHÁ DE FALLIGÁ PE TREMEN DE SPAGHETTE DE PAÍRA
Porque é com o barbizinho que a gente faz.
Me solta o barbizinho da boiaça.
E nada do mundo pode restringir.
Para mim, piedade grana é uma vassal.
Apacali, comi, verdi, mori.
Lará, lará, lará.