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huatong
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歌詞
作品
No Vale do Pajeú do sertão pernambucano

Na comarca Vila Bela, mais de cento e tantos anos

Nasceu um mito da história, no nosso chão brasileiro

Virgulino Lampião, era o rei dos cangaceiros

À mando de fazendeiros, nas mãos dos policiais

Aos cinco anos de idade, assassinaram seus pais

Fez a justiça no punho, a lei era o seu aço

Conhecido Lampião, o grande Rei do Cangaço

Cresceu com ódio no peito, não apagou da lembrança

A triste cena da morte dos seus pais na sua infância

Dotado de valentia, jurou-lhe fazer vingança

E aos vinte e poucos anos começaram as matanças

Clareou noite no tiro, manchou de sangue o sertão

O povo todo temia a chegada do Lampião

Fez a justiça no punho, a lei era o seu aço

Conhecido Lampião, o grande Rei do Cangaço

Um guerreiro das Caatingas, bandido idolatrado

Muito bom estrategista, não era capturado

Perseguido e temido, espalhou medo e terror

Mas como tudo se acaba, o Lampião se apagou

Lá na Gruta do Angico, fez seu pouso derradeiro

No sertão alagoano morre o rei dos cangaceiros

Fez a justiça no punho, a lei era o seu aço

Conhecido Lampião, o grande Rei do Cangaço

Fez a justiça no punho, a lei era o seu aço

Conhecido Lampião, o grande Rei do Cangaço

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